O ativo mais importante das empresas não são as pessoas, são as pessoas “boas”!​

O ativo mais importante das empresas não são as pessoas, são as pessoas “boas”!​

O ativo mais importante das empresas não são as pessoas, são as pessoas “boas”!

Se podemos associar as pessoas a um ativo, então poderá ser legítimo associá-las a um passivo? E a um capital próprio? Quiça usando o modelo de um Balanço de uma empresa…
Por definição, os Ativos são o que permite a uma empresa criar valor, sendo que estes podem ser fixos ou Circulantes.
O mesmo acontece com as pessoas. Desta forma, algumas (idealmente todas…), são vitais para que a nossa empresa crie valor, independentemente de serem fixas (estarem no escritório…) ou circulantes (andarem na rua, a visitar clientes, ou a fazer prospeção…).
Contudo, existem colaboradores que dificilmente podemos considerar um Ativo.

E isto porquê?

Alguns não são Ativo nem Passivo!

Assim, por analogia, poderemos considerá-las “Capital Próprio”. São como o relógio suíço. Não adiantam nem atrasam… Fazem parte “da mobília”…
Outros, são claramente um Passivo! Não só não acrescentam valor, como o destroem. Não só em termos de marketing externo, como também interno.

Então vejamos! Quantas vezes classificamos uma pessoa com um destes adjetivos?

– intolerante
– inconsistente
– conflituosa
– vítima
– irrascível
– bajuladora
– preguiçosa
– apática
– sem espírito de serviço ao cliente
– bipolar (esta é uma patologia grave, não só, se em primeira analise pensarmos que um dia pensa de uma maneira, e no dia seguinte contradiz-se, como totalmente terrível do ponto de vista empresarial, principalmente quando essa pessoa conseguiu chegar a lugares de destaque)
– etc…

O pior cenário, nesta categoria, são as que podemos classificar como “esféricas”. Já que, não têm ponta por onde se pegue…
Na realidade, estes adjetivos não são mais do que características de personalidade.
Na verdade, estão associadas a perfis de personalidade. Porém, é fundamental sabermos identifica-los.
Ou seja, esta forma, não só nos permite não fazer escolhas erradas no processo de recrutamento, bem como não alocar a pessoa errada a uma determinada função, que exija um perfil completamente diferente.
Enfim, é totalmente crucial e essencial saber conhecer e identificar esses perfis… e é tão fácil, aprendendo a metodologia adequadas!

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